hoje me sentei distante das pessoas e observei elas se aproximarem uma das outras, felizes. o inverso do que ocorre comigo sempre me intrigou. como é que conseguem fazer isso o tempo todo? como conseguem sorrir o tempo todo? como conseguem não se preocupar? sentam-se lado a lado e trocam milhares de palavras desinteressantes, uma atrás da outra, sem parar e ainda sim continuam sorrindo como se tudo isso fosse perfeito. continuei a observá-los, me perguntando se há algo errado comigo ou se há algo errado com todos eles. mas eu, é claro, não me deixei escapar da resposta sem sair ilesa, mas, pela primeira vez, vejo que não sou eu a errada. eles que são e não sabem. ou sabem e não admitem.
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flora-de-si reblogou este post de poeticamenteflor Eu já me senti exatamente assim, ainda penso, sinto isto.
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