“hoje eu acordei com medo mas não chorei nem reclamei abrigo.
do escuro eu via um infinito sem presente, passado ou futuro.
senti um abraço forte, já não era medo. era uma coisa sua que ficou em mim. de repente a gente vê que perdeu ou está perdendo alguma coisa morna e ingênua que vai ficando no caminho, que é escuro e frio mas também bonito. porque é iluminado pela beleza do que aconteceu há minutos atrás”
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